A árvore
Na próxima Primavera, entre as aulas e os dias de sol bem passados à beira rio, quando a minha árvore estiver florida, retifico o erro: num dia de domingo, das 14h às 17h, abro os portões da casa onde já não vivo e convido todos os amigos a entrar. E depois me dirão se a frondosa árvore, parecida com a do Largo da Trindade, tal qual a árvore-do-ponto, minha e de uns quantos mais, não é de facto a árvore que as crianças desenham, a árvore que imaginamos quando fechamos os olhos - a árvore que todos gostaríamos de levar no bolso. (Parafraseando Reis Cabral)